segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

O final é de arrepiar.

Gente, mais um trechinho de um outro conto desses que estou escrevendo pro concurso. Chama-se "A mulher e a chave".

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Hoje estava se sentindo um pouco cansada e resolveu parar de andar para lá e para cá ruminando memórias e pensamentos variados. Achou um banco solitário, na sombra e de frente para a igreja lá no alto e lá no fim da praça. Sentou e se mexeu um pouco até achar uma posição confortável. Abriu a bolsa e de lá tirou o sanduíche do dia. Desembrulhou com calma e ficou feliz quando deu a primeira mordida, sempre a mais gostosa. Ela se sentiu bem satisfeita.
De repente notou, entre umas pedras à sua frente, o que parecia ser uma chave. Grande, ainda vermelha em algumas partes, parecendo antiga. Limpou o canto da boca com as costas da mão e colocou o sanduíche sobre a bolsa. Foi lá perto pegar a chave. 
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Esse texto foi interessante de escrever. Comecei há alguns dias atrás e aí lá pelo meio deu aquele branco. Deixei quieto. Hoje voltei a escrever e ele veio todinho, se desenrolando. E, vou contar uma coisa: quando acabei liguei até pra minha filha porque precisava falar com alguém. O final é de arrepiar. 

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