Uma vez minha filha me fez a seguinte pergunta: - "Quando você era garota e não tinha celular, como é que vocês marcavam de se encontrar? Pra ir a um barzinho, por exemplo..."
- "A gente combinava com antecedência.", respondi.
Naquele tempo com menos margem para espontaneidade, calendário era imprescindível. Hoje em dia não faz tanta falta. Basta celular e um grupo de whatsapp pra resolver tudo ali na hora. Ninguém nem precisa saber que dia é hoje.
Junte-se a esse momento atual o meu completo e absoluto afastamento da TV já há 7 anos. Não ouvi NADA sobre passagem de ano, megafesta da virada, não fui contagiada. A passagem do ano, para mim, significa sempre só o que é: eu já estive aqui antes, nesse mesmo lugar, no meu giro em torno do Sol. E se der sorte, vou estar novamente muitas e muitas vezes ainda. Eu e nós, cada um.
O que eu sei é que este ano vai ter amigo meu passando junto com filho ou filha que não existia na última vez que eles estiveram aqui. Isso é legal.
Espero que em 2016 a gente fique firme e confiante, e que nos aconteçam só coisas boas. Mesmo sem ligar pra calendário e pra clima de reveillon, toda vez que penso no tempo, só quero é desejar coisas boas para todo mundo.
Um grande beijo para todos! E feliz 2016!
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