Vontade de comer feijão.
Tem quem fique revoltado quando o brasileiro vai viajar para fora do país e fica com saudade de feijão. Tem quem entenda. Tem quem não entenda como é que alguém pode passar um dia sem feijão. Tem o feijão do Mário, lá do Espírito Santo, plantado pelo pai dele, que a gente só precisa deixar uma horinha de molho (às vezes menos) e 20 minutinhos na panela de pressão com uma folhinha do louro e ...
( Peraí um instantinho que eu vou lá pegar mais um pouco de feijão.)
... um dente de alho e pronto, tá cozido, macio e maravilhoso, cada grão lindo que dá gosto de ver. E depois é temperar a gosto e comer até chegar a hora de colocar mais de molho. O Mário tem feijão preto e vermelho. Adoro os dois.
Uma história que eu não posso deixar de contar de feijão, foi que quando a minha filha veio da escola uma vez com a ideia e plantou 3 feijões num algodão, eles cresceram, a gente passou as três plantinhas para a terra do jardim e elas aproveitaram, frutificaram e a gente fez um feijãozinho maneiro no aniversário dela pra comer com as amigas. Eu devo confessar que eu ficava dizendo o tempo todo que nunca vi produtividade igual a de feijão: 3 grãozinhos de nada viraram, sei lá, uns 1000. Um lucro absurdo. :)
Uma coisa que combina muito com feijão é bertalha. Bertalha quando tua horta se ajeita com ela, é ouro verde. Cresce sozinha, linda, viva, sai fazendo telhadinho prás outras plantas, e na hora que o feijão tá ali quentinho na panela, você corre na horta, pega umas folhinhas de bertalha direto no pé, 100% macrobiótica, joga dentro da panela e dois minutos depois você poderá estar assim que nem eu tô agora: comendo um feijãozinho com bertalha, feliz da vida.
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